O Poço do Visconde, ÍNDICE

Monteiro Lobato

O POÇO DO VISCONDE  Introdução, capítulos 01 e 02   Introdução          Ao receber o jornal, Pedrinho sentou-se na varanda…

Monteiro Lobato

O POÇO DO VISCONDE  Capítulos 03 e 04   3 – Como se forma o petróleo           No terceiro serão…

Monteiro Lobato

O POÇO DO VISCONDE  Capítulos 05 e 06   5 – Mais petróleo          – Onde ficamos ontem? – perguntou…

Monteiro Lobato

O POÇO DO VISCONDE  Capítulos 07 e 08    7 – Depois do almoço          Comidos os lambaris do almoço,…

Monteiro Lobato

 O Poço do Visconde  Capítulos 9 e 10    9 – Começa o poço          Bem de madrugada, no dia…

Monteiro Lobato

O Poço do Visconde  Capítulos 11 e 12   11 – Petróleo, afinal!          Depois dos 700 metros os meninos…

Monteiro Lobato

O Poço do Visconde  Capítulos 13 e 14   13 – Grandes mudanças na vila           Com o aparecimento…

Monteiro Lobato

O Poço do Visconde  Capítulos 15 e 16   15 – A dinheirama          Enquanto não se construíam a refinaria…

Monteiro Lobato

O Poço do Visconde  Capítulos 17 e 18 (último)   17 – A grande festa          Meses depois, na cidade…

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Lobato en Esperanto 08

La naftoputo de la Vicgrafo

Ĉapitroj 17 kaj 18 (lasta)

 

17 – La granda festo

            Monatojn poste, en la urbo Flava Tukano, oni parolis nur pri unu afero: la lasta puto de la Bieneto de la Flava Pego, nomata Dolĉaĵ’ numero 1, omaĝe al la rinocero, produktadis pli da petrolo ol ĉiuj Karamingaoj.

         Por festi la grandan novaĵon, sinjorino Benta okazigis feston, pri kiu ĉiuj paroladis. Subĉiela festeno, en la paŝtejo de la Senkorna Bovino, kun dancado kaj artfajraĵo ĉe la fino.

         Ĉiuj geamikoj kaj gekonatuloj estis invitataj – kaj ankaŭ la nekonatuloj. Kaj alvenis tiuj, kiuj volis manĝi ĝis krevado, kaj danci ĝis ne plu sukcesis manĝi kaj miri la piroteknikaj mirindaĵoj de la fama Joĉjo Fajraĵisto. Continue lendo “Lobato en Esperanto 08”

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Monteiro Lobato

O Poço do Visconde

 Capítulos 17 e 18 (último)

 

17 – A grande festa

         Meses depois, na cidade do Tucano Amarelo, só se falava duma coisa: o Poço Quindim n.° 1 que a Companhia Donabentense acabava de abrir no velho sítio de Nhá Veva, vendido a Dona Benta por 50 mil cruzeiros. Que poço magnífico! Aos 800 metros os perfuradores atingiram o horizonte petrolífero comum a toda a zona; mas, por sugestão do Visconde, Mister Kalamazoo não fez caso e tocou para diante.

         – Estou desconfiado que abaixo desse horizonte existe outro muito mais importante, dissera ele – e Dona Benta deu ordem ao americano para seguir a idéia do sabuguinho. E o fato foi que a 1.200 metros a perfuração deu num acúmulo de petróleo muitíssimo mais potente. O poço jorrou com 10 mil barris e foi minguando até estabilizar-se numa produção de 7 mil barris por dia. Continue lendo “Monteiro Lobato”

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