Monteiro Lobato

Histórias de Tia Nastácia

 Capítulos 21, 22, 23 e 24

 

21 – O rabo do macaco

       

         Era um macaco que resolveu sair pelo mundo a fazer negócios. Pensou, pensou e foi colocar-se numa estrada, por onde vinha vindo, lá longe, um carro de boi. Atravessou a cauda na estrada e ficou esperando.

         Quando o carro chegou e o carreiro viu aquele rabo atravessado no caminho, deteve-se e disse:

         — Macaco, tire o rabo da estrada, senão passo por cima.

         — Não tiro! — respondeu o macaco — e o carreiro passou e a roda cortou o rabo do macaco.

         O bichinho fez um barulho medonho.

         — Eu quero meu rabo, eu quero meu rabo — ou então uma faca!

         Tanto atormentou o carreiro que este sacou da cintura a faca e disse: Continue lendo “Monteiro Lobato”

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Lobato en Esperanto – 13

Rakontoj de onklino Nastasja

 Ĉapitroj 15, 16, 17, 18, 19 kaj 20

 

15 – La formiko kaj la neĝo

         Iam formiko promenadis sur la kampoj. La neĝo kaptis ĝiajn kruretojn kaj ĝi ne plu sukcesis marŝi.

         – Ho brava neĝo, kiu tenas miajn piedojn! –  kriis la formiko, kaj la neĝo respondis:

         – Mi estas brava sed la suno degelas min.

         La formiko turnis sin al la suno:

         – Ho brava suno, kiu fandas la neĝon, kiu tenas miajn piedojn! – kaj la suno respondis:

         – Mi estas brava sed la nubo kaŝas min.

         La formiko turnis sin al la nubo:

         – Ho brava nubo, kiu kaŝas la sunon, kiu fandas la neĝon, kiu tenas miajn piedojn! – kaj la nubo respondis:

         – Mi estas brava sed la vento dispecigas min

         La formiko turnis sin al la vento:

         – Ho brava vento, kiu dispecigas la nubon, kiu kaŝas la sunon, kiu fandas la neĝon, kiu tenas miajn piedojn! – kaj la vento respondis:

         – Mi estas brava sed la muro haltigas min. Continue lendo “Lobato en Esperanto – 13”

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Monteiro Lobato

Histórias de Tia Nastácia

 Capítulos 15, 16, 17, 18, 19 e 20

 

15 – A formiga e a neve

         Uma vez uma formiga, que andava pelos campos, ficou com as perninhas presas na neve.

         — Ó neve valente que meus pés prende! — exclamou a formiga, e a neve respondeu:

         — Sou valente mas o sol me derrete.

         A formiga voltou-se para o sol:

         — Ó sol valente que derrete a neve que meus pés prende! — e o sol respondeu:

         — Sou valente mas a nuvem me esconde.

         A formiga voltou-se para a nuvem:

         — Ó nuvem valente que esconde o sol que derrete a neve que meus pés prende! — e a nuvem respondeu:

         — Sou valente mas o vento me desmancha.

         A formiga voltou-se para o vento:

         — Ó vento valente que desmancha a nuvem que esconde o sol que derrete a neve que meus pés prende! — e o vento respondeu:

         — Sou valente mas a parede me para. Continue lendo “Monteiro Lobato”

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